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Inspire Life – Blog by Alexandra Vinagre

Inspire. Align. Create.

“No diving!”

Last day in India…I am alone in a silent and calm swimming pool, contemplating the gardens, the beautiful and imponent India’s flag gently flying…in a small corner of the pool i notice a sign where was written “No diving”!
Suddenly i had a flashback of these 3 amazing weeks…i smile! So ironic: No diving?! To late! 🙂 I dove already…!!!

Since the first minute here when the  customs man, smiled and said “Welcome do India mam! It is your first time here?”. So we talk for 3 minutes, while checking passport and formalities, and i left carrying with me a small sweet cake that he offered me: he had his first baby boy and was celebrating!! I feel i dove there!! A feeling of belonging invaded my heart and my soul!

I took a deep breath and remembered some of the things that brought me here such as discovery, learning, blending, stretching, following my heart…and i swam and swam!
I found new friends, old friends, soulmate, thousands of smiles,  tastes, songs, quiet nature, caotic traffic, laugh, tears, the sound of crawls, “Blow horn” everywhere, beggars, storms, shooting stars, transforming stories, shared moments of courage, fear and vulnerability … and i could keep for hours! 🙂 My heart is full and my soul is in a grateful state!

Most of all, i learned about space, about respect, about using words and sharing feelings, about “not thinking” and above all…about trust! Was not easy all the time AND i acepted the unexpected India with arms wide open and i got back a huge reward…the feeling of belonging!!

I have to thank to all the amazing and beautiful people (Friends!) from India that were with me all the time and opened their lives to me! Also my family and friends that were with me all the time, sharing my hapiness!

Now, i am getting close to the end of this journey, coming to the surface,  taking a deep breath again, some tears are rolling down my face… and while this is happening, i am openning my eyes and what i am seeing is powerful and close to firmament ….

And this…is a good place to be! 🙂

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Namaste

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Retreats & Programs for 2017

O ano está a começar e está na altura de resoluções para que o ano de 2017 seja de mudança, inspiração e alinhamento com o que quer construir para Si!

Aqui ficam algumas propostas!


The year has just begun and it is time to make your resolutions and intentions that will make 2017 all about Change, Inspiration and Alignment with what you really want to bring into your Life!

Take a look on what i have to offer!

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  • Individual Coaching Program: INSIDE OUT.                                                                    More info alexandra.inspire@gmail.com

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  • NLP PRACTICIONER/MASTER TRAINING (Kerala, July 2017).                                   More info: alexandra.inspire@gmail.com

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Uma mensagem de Esperança | A message of Hope

[English version scroll down]

“The world will not be destroyed by those who do evil, but by those who watch them without doing anything” ― Albert Einstein

Hoje pela primeira vez esta frase teve um significado diferente. Não sei como nem porquê, apenas sei que as palavras daquela jornalista sobre Aleppo foram um murro no estômago. Aquela sensação de ouvir e ver centenas de vezes a mesma coisa até que um dia soa diferente?… hoje foi esse dia…

Não me saem da mente as imagens que nos chegam diariamente…as crianças… as famílias… as mensagens! Como se fossem mensagens lançadas ao mar, sem a certeza de serem recebidas ou até se seriam, alguma vez, recebidas. Mensagens de desespero, de apelo e ao mesmo tempo com a Esperança de que quem oiça possa, de alguma forma ajudar! Algumas pessoas que deram o seu rosto e falaram de coração aberto sem saberem se seria ou não a última vez… acreditaram que, deste lado do mundo nós pudéssemos fazer algo ou pelo menos… que manifestássemos o nosso apoio, mostrássemos que aquelas pessoas realmente importam para nós…

Lembrei-me de todos os momentos de tristeza ou aflição que passei na vida e que, como afortunada que sou, não chegam sequer à ínfima parte do que aquelas pessoas estão a viver. Lembrei-me desses momentos e pensei o quão importante foi ter alguém me ouvia e que tinha uma mensagem de carinho, amizade…Esperança! Esses momentos fizeram a diferença muitas vezes entre continuar e desistir, entre acreditar ou deixar-me levar pela tristeza.

Temos inúmeras formas de ajudar, directa ou indirectamente, estas crianças, famílias, estes seres humanos que só querem poder, como nós, viver! E para além dessas formas podemos, também, deixar a nossa mensagem e dar a cara: para que saibam que realmente nos importamos, que rezamos por eles e acima de tudo por um mundo mais justo onde ninguém, ninguém!, possa ter de passar por isto.

Se esta mensagem de Esperança fizer a diferença numa única pessoa, lhe der forças para não desistir e, quem sabe, inspire muitas mais a fazer o mesmo…já terá valido a pena!

As nossas redes sociais não criaram nenhum forma bonita de emoldurar as nossas fotos e deixar essa mensagem para Aleppo mas nós podemos fazê-lo! Por isso porque não juntarmos as nossas vozes e fazermos chegar uma mensagem de Esperança; uma mensagem que diga que nos preocupamos, que aquelas pessoas importam e que acreditamos que o mundo que vamos deixar para as nossas crianças (todas!) terá de ser melhor do que o mundo de hoje. Juntem as vossas famílias, amigos, colegas,… e nesta altura em que estamos todos tão ocupados com jantares e presentes de Natal, possamos dedicar 1 minuto a dar a cara por um mundo melhor e mais justo!

Há dias passei por uma frase de Theodore Roosevelt que passo a citar” In any moment of decision, the best thing you can do is the right thing, the next best thing is the wrong thing, and the worst thing you can do is nothing.” 

Que façamos a “coisa” certa!

Boas Festas!

[English version]

Today for the first time this phrase had a different meaning. I do not know how or why, I just know that the words that a journalist uttered, emotionally, about Aleppo were a fist in the stomach. That feeling of hearing and seeing hundreds of times the same thing until one day sounds different? … today was that day …

I can not imagine the images that come to us every day … the children … the families … the messages! As if they were messages thrown overboard, unsure whether they were received or even if they were ever received. Messages of desperation, of appeal and at the same time with the hope that those who hear may somehow help! Some people who gave your face and spoke with open hearts without knowing if it would be the last time … they believed that on this side of the world we could do something or at least … that we would show our support, People really care for us …

I remembered all the moments of sadness or distress that I have experienced in my life and which, as fortunate as I am, do not even touch the smallest part of what those people are living. I remembered those moments and I thought how important it was to know that someone was listening to me and that I had a message of affection, friendship … Hope! These moments made the difference many times between continuing and giving up, between believing or letting myself be carried away by sadness.

We have countless ways to help, directly or indirectly, these children, families, these human beings who just want to be able, like us, to live! And beyond these forms we can also leave our message and give the face so that they know that we really care, that we pray for them and above all for a more just world where no one, nobody! Deserves to go through this.

If this message of Hope makes a difference in one person, give it strength not to give up, and perhaps inspire many more to do the same … it will have been worth it!

Our social networks have not created any pretty way to frame our photos and leave this message for Aleppo but we can do it! That is why we do not join our voices and send a message of Hope; A message that says we care, that those people care and that we believe that the world we are going to leave for our children (all!) Will have to be better than today’s world. Join your families, friends, colleagues … and at this time we are all so busy with Christmas dinners and presents, we can take a minute to face a better and fairer world!

A few days ago I went through a phrase by Theodore Roosevelt that I quote “In any moment of decision, the best thing you can do is the right thing, the next best thing is the wrong thing, and the worst thing you can do is nothing. “

Let’s do the right thing!

Happy Holidays!

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No yoga e na Vida | Both in yoga and in Life

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[English version scroll down]

Hoje chegamos ao mesmo tempo. Eu e a minha professora (e amiga!) de yoga.

Coisa rara esta de termos um pouquinho para falar e por isso aproveitamos os 5 minutos antes da aula. Yoga, retiros, projectos e ideias! Conseguimos a proeza de falar sobre tudo isto enquanto o shala terminava de ser preparado para os restantes alunos!

E mesmo antes de terminar, ficou no ar: “E um dia temos de falar um bocadinho mais para me falares sobre o que estás a fazer!”. Eu sorri e fiquei a pensar!

Às vezes faltam-me as palavras e só me vêm imagens, emoções, planos. E hoje, a minha prática de yoga ajudou-me a passar para palavras – de mais uma maneira diferente – o que me apaixona no Coaching, e na vida!

É como no yoga!

Há um dia em que decidimos, qualquer que seja o motivo ou inspiração, e vamos a uma primeira aula. Há um dia em que decidimos que queremos criar algo de novo e diferente na nossa vida, qualquer que seja o motivo ou inspiração.

Quando começamos a praticar o corpo está preso, pouco flexível, a respiração não encontra o ritmo que acompanha os movimentos e posturas. É preciso seguir a voz atenta do professor. Há um sentimento de que – embora ainda não percebamos como – esta prática trará algo de crescimento, de presença e descoberta e de superação.

Quando começamos um processo de Coaching, de mudança, a nossa mente está presa às mesmas questões de sempre, as nossas crenças toldam a nossa visão e os nossos planos, o ritmo acelerado dos dias que passam congelam os nossos sonhos e metas. É preciso confiar no coach e no processo. Há um sentimento de que – embora ainda não tenhamos ideia como – este processo nos trará mudança, conexão com o que é mais importante e impacto no nosso modo de ser e agir.

À medida que a prática vai avançando, o corpo e a mente vão deixando de resistir. Vão-se tornando num só. Passo a passo, as posturas vão se tornando mais fluídas e a nossa respiração ganha o seu ritmo em sintonia com o corpo, como se do coração se tratasse! Há dias em que parece que voltamos atrás e há dias em que, finalmente, o corpo percebeu como chegar aquela postura e … nada volta a ser como antes!  Em qualquer deles o que faz a diferença é ouvirmos o nosso corpo, ele tem todas as respostas: quando parar e como dar o passo seguinte.

À medida que um processo de Coaching avança, vamos deixando de resistir aos “certos e errados”, aos velhos pensamentos e crenças. Começamos a acreditar, a ver novas possibilidades. Passo a passo vamos descobrindo o que nos move, transformando as nossas ações e aquela energia – que só surge no caminho que é o nosso! –  começa a surgir e a impactar tudo à nossa volta! Há dias em que as nossas ações ou metas não se concretizam e surgem obstáculos e há dias em que, finalmente, os novo hábitos e crenças se integram, as nossas açoes estão alinhadas, têm impacto e significado e…. não sabemos já fazer ou ser de forma diferente! Em qualquer das situações aprendemos importância de nos escutarmos e redireccionarmos a nossa intenção para o que é realmente importante, a sermos responsáveis pelo que queremos criar na nossa Vida!

E praticar sempre (muito!) e nunca desistir. Praticar com coragem, generosidade e intenção. E usar o que vamos descobrindo e aprendendo para sermos melhores… qualquer que seja o nosso “tapete” de prática (yoga ou Vida)!

“Practice, Practice … all is comming”

É nisto em que acredito…no yoga e na Vida!

(English Version)

Today we arrive at the same time. Me and my yoga teacher (and friend!).

It is a rare thing that we have a little bit to talk and so we take the five minutes before class. Yoga, retreats, projects and ideas! We managed the feat to talk about all this while shala finished be prepared for the other students!

And even before you finish, it was in the air: “And one day we have to talk a little more for you to speak me about what you’re doing.” I smiled and start my practice thinking!

Sometimes, to explain, I have a lack of words and I only have pictures, emotions, plans. And today, my yoga practice helped me to move on to words – in another different way – What is that i love both in coaching and in life!

It’s like yoga!

There is a day that we decided, whatever the reason or inspiration, and we go to a first class. There is a day that we decided that we want to create something new and different in our lives, whatever the reason or inspiration.

When we begin to practice the body is trapped, somewhat flexible, breathing does not find the rhythm that accompanies the movements and postures. We must follow a careful voice teacher. There is a feeling that – although not yet realize how – this practice will bring something of growth, presence and discovery and overcoming.

When we begin a process of coaching, change our mind is stuck to the same questions as always, our beliefs dulling our vision and our plans, the fast pace of days passing freeze our dreams and goals. We must trust the coach and the process. There is a feeling that – although we have not idea how – this process will bring change, connection to what is most important and impact on our way of being and acting.

As the practice progresses, the body and the mind will resist leaving. They are becoming a single. Step by step, the positions are becoming more fluid and our breathing gets its pace in line with the body, as if it were the heart! There are days when it seems that we turn back and there are days when, finally, the body realized how to get that position and … nothing back as before! In any of them what makes the difference is we listen to our body, it has all the answers: when to stop and how to take the next step.

As a process of Coaching progresses, we leave to resist the “right and wrong”, the old thoughts and beliefs. We begin to believe, to see new possibilities. Step by step we discover what moves us, transforming our actions and that energy – that comes only in the way that is ours! – Begins to emerge and to impact all around us! There are days when our actions or goals do not materialize and obstacles arise and there are days when finally the new habits and beliefs are integrated, our actions are aligned, have impact and meaning …. and we do not know already do or be differently! In any of the situations we learn importance of listen and redireccionarmos in our intention for what is really important, to be responsible for what we create in our life!

And always practice (a lot!) And never give up. Practice with courage, generosity and intent. And use what we discover and learn to be better … whatever our “carpet” of practice (yoga or life)!

“Practice, Practice … all is comming”

This is what i believe …  in yoga and in life!

Que seja o 1º de muitos: “Inspire your Journey”

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Para quem me conhece sabe que adoro viajar!

Começa sempre pela ideia, pelo desejo, pela intenção de descobrir um novo lugar do Mundo e, sempre!, um novo lugar de mim!

Para mim viajar tem sido a forma mais poderosa e impactante de aprender mais – sobre mim e sobre os outros – de me inspirar, de ganhar perspectiva e de renovar os meus “votos” de continuar  este processo de crescimento e transformação que tem como objetivo maior: SER FELIZ e viver uma vida de PROPÓSITO e SIGNIFICADO!

Não será, portanto, surpresa, que um dos meus maiores desejos e objetivo seja juntar um processo transformador como o COACHING a locais inspiradores!  A cereja no topo do bolo é “servi-lo” a pessoas determinadas a construir uma vida de propósito e significado – a serem o melhor de si – e que, tal como eu, sintam que a inspiração e conexão são as pedras basilares desse processo transformador!

Assim nasce o 1º Retiro da Inspire Life: “Inspire your Journey”!

Será num dos meus lugares preferidos! Chamam-lhe Ilha dos Deuses… eu acho que é pouco! 🙂 Rumaremos a Bali, mais propriamente a UBUD durante o mês de Agosto de 2017!

“Já???” Perguntarão vocês. “Simmmmm” respondo eu!

O tempo passa a correr e, por experiência própria, sei do benefício de começar a planear viagens com antecedência: é preciso tempo para sentir se é a altura para fazer essa mesma viagem, preparar logistica de férias comprar bilhetes e… neste caso é só! 🙂 O resto trata a Inspire Life..eu portanto!

Existem detalhes a acertar mas o framework do retiro já está bem delineado:

5 dias com pratica matinal de yoga e meditação, seguido de pequeno almoço saudável e workshop de Life Coaching com uma duração de 2,5h por dia. Todos os detalhes irão sendo avançados com tempo.

A ideia é deixar a restante parte do dia para que possamos explorar, individualmente ou em grupo, tudo o que esta ilha maravilhosa tem para oferecer. Desde surf, mergulho, trecking nas montanhas, tempos e paisagens maravilhosos e praias paradisíacas. Uma infinidade de opções que, como já lá estive diversas vezes, irei organizar convosco para podermos usufruir e integrar todas as  experiências que iremos viver durante essa semana.

Este é o pontapé de saída e aos meus amigos peço que se souberem de alguém que tenha mesmo, mesmo a “cara” deste retiro, que me ajudem a fazer chegar esta informação.

O grupo será restrito a 8 pessoas (para além de mim) e as inscrições fecharão, no máximo, em Fevereiro e até lá vou colocando mais informação!

Boas inspirações! Bom fim de semana!

 

Sobre as sincronicidades da Vida| About Life synchronicities

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[English version scroll down]

“The brain is local. The mind is non-local. Our lives are wonderfully mysterious! Synchronicities provide a delicious shock therapy reminding us to stay awake to the deep mystery” by Marilyn Atkinson

A ideia de passar as férias deste ano no norte da Tailândia já tinha estado a pairar na minha mente desde  há uns meses. A intenção era viajar e trabalhar ao mesmo tempo em algo ligado ao coaching, fazer voluntariado,… e assim do nada a ideia arrefeceu…   talvez por ter encontrado nada que me fizesse o tal “click”.

Eis que em Maio deste ano, numa viagem de trabalho, estou a conversar com uma pessoa (médica por sinal) que me falava entusiasticamente da sua ultima viagem que passava pelo norte da Tailândia, e o meu nome deteve-se em Chiang Mai. Algo nas suas palavras, na alegria ou brilho no olhar, na forma como desejava poder ter-se demorado um pouco mais naquela cidade, algo comunicou com a minha intenção de ir aquele local e reacendeu o meu desejo de voltar aquele plano!

E assim foi, nessa mesma noite dei comigo (compulsivamente como de costume!) a dar início às minhas buscas cibernauticas e no Google rapidamente surgiu “Chiang Mai travellers” para beber de tudo o que, aos olhos de viajantes, se partilhava sobre aquela cidade.

Na manhã seguinte começou-se cedinho a trabalhar: às 7 da manhã estavamos a sair do hotel em direcção ao centro de congressos! By the way estavamos em Paris e como chegamos antes da hora, resolvi aproveitar ao máximo! Dei comigo a percorrer algumas das ruas vazias que levavam ao Sena e a Notre Dame  e, numa delas, sobressaía um toldo vermelho com letras brancas que dizia “Chiang Mai”.

Sorri, agradeci… e decidi! É para lá que vou!

De há uns tempos para aqui abri a minha vida, a minha forma de ser e estar, às sincronicidades que estão contidas em cada momento, em cada dia, em cada lugar. Inclusivamente, quem me conhece sabe, que criei uma regra “Quanto um assunto, tema, imagem, … surge na minha vida mais do que uma vez, eu vou atrás só para perceber o porquê”, aconteceu-me este verão com o Caminho de Santiago por isso não se admirem se para breve…lá posso estar eu!

Mas ia eu a dizer, descobri que esta é a minha forma de estar presente, de ser grata, de “colocar no universo” o que tenho de melhor e procurar, como se de um jogo se tratasse!, o que o “universo” tem  para mim!

É uma forma de estar… como outra qualquer! Esta faz-me feliz, faz-me ser uma pessoa aberta e curiosa, faz-me cultivar a minha intuição e ouvir a voz da minha alma e do meu coração. Faz-me ligar às pessoas e aos lugares, faz-me parar nos momentos de dor e tristeza e procurar o que, para além da dor, está lá para mim que pode ser integrado, sentido e que me vai “acender o meu fogo” para iluminar o caminho que se abre a minha frente… Porque há sempre um caminho que escolhemos ir seguindo e porque todos nós o caminhamos de forma diferente, escolhemos de forma diferente, sentimos de forma  diferente… vale a pena parar e, nem que seja por um segundo, pensar que pode valer a pena olhar para as sincronicidades da vida… e sentir o que há ali para nós!

Esta viagem a Chiang Mai revelou-se uma experiência única para mim, ao nível pessoal, de pessoas que conheci, de emoções que vivi, de planos e oportunidades e até de parcerias de trabalho e muito mais! Descobri uma nova forma de viver e estar, numa cidade repleta de nómadas digitais oriundos de todo o mundo, pessoas que escolheram viver uma vida diferente e que fazem do Mundo a sua casa. Não sei se será para mim, veremos!, mas sei que me enriqueceu muito e, por estranho que pareça, me fez ligar mais a mim própria de uma forma que não esperaria.

Enfim… dizia eu que o que estava escrito naquele toldo em Paris me inspirou a decidir por Chiang Mai…há quem diga que pode ser sorte…eu penso que pode ser mais para além disso, muito mais!

(English version)

The idea of spending the holidays this year in northern Thailand had been hovering in my mind since a few months ago. The intention was to travel and work at the same time on something related to coaching, volunteering, … and all of a sudden the idea cooled … maybe to have found anything that made me such a “click”.

Behold, in May this year, a business trip, I’m talking to one person (doctor by the way) that spoke to me enthusiastically of her last trip that passed through northern Thailand, and my name was arrested in Chiang Mai. Something in her words, in joy or brightness in look, how she wished she could have lingered a little longer in that city, something communicated with my intention to go to that place and rekindled my desire to go back to that plan!

And so it was that night I found myself (compulsively as usual!) to start to my cibernauticas search and Google quickly emerged “Chiang Mai travelers” to read all that, the traveler eyes, shared about that city .

The next morning was started very early  work: at 7 am we were out of the hotel towards the conference center! By the way we were in Paris and as we arrived early, so I decided to make the most!

I found myself to go some of the empty streets leading to the Seine and Notre Dame, and one of them, stood a red awning with white letters that read “Chiang Mai”.

I smiled, thanked … and decided! That’s where I’m going!

Since some time back i decied to open my life, my way of being and living, to all the synchronicities that are contained in every moment, every day, in every place. Even, who knows me knows, that I created a rule “Any subject, theme, image, … that arises in my life more than once, I’m going back only to realize why,” it happened to me this summer with the Camino de Santiago so do not be surprised if soon … !

But I was about to say, I found that this is my way of being present, to be grateful, to “put in the universe” what I have as my best and look as if it were a game !, what the “universe”  has for me!

It is a way of being … like any other! This makes me happy, makes me be open and curious person, it makes me grow my intuition and listen to the voice of my soul and my heart. It makes me connect to people and places, makes me stop in times of pain and sorrow and look for that, beyond the pain is there for me which can be integrated, meaning and which I will “light my fire” to illuminate the path that opens in front of me … because there is always a path we have chosen to go following and because all we walk differently, we have chosen differently, we feel differently … worth a stop, even for a second think that may be worth looking at the synchronicities of life … and feel what is there for us!

This trip to Chiang Mai proved to be a unique experience for me, on a personal level, people I met and become friends, the emotions that I experienced, plans and opportunities and even working partnerships and more! I discovered a new way of living and being in a city full of digital nomads from all over the world, people who choose to live a different life and make the world your home. I do not know if it will be for me, we’ll see !, but I know that enriched me a lot and, oddly enough, made me turn more to myself in a way you would not expect.

Anyway … I said that what was written on that awning in Paris made me decide for this choice … some say it may be lucky … I think it may be more beyond that, much more!

Artigo de opinião INSPIRE LIFE – “O que não é o Coaching?”

Milhares de artigos têm vindo a ser escritos sobre o que é o coaching, quais os seus benefícios e a quem se destina. Recentemente,com a vitória de Portugal no EURO 2016, este tema foi (re)lançado e criou-se toda uma nova dinâmica e interesse à volta dele.

Como Coach, tenho muitas pessoas que me colocam esta questão e para as quais ainda não está claro o conceito de “o que é o coaching” e a maioria das respostas coincide com a definição de Terapia, Formação, Mentoria ou Consultoria. Talvez por estes serem conceitos bastante mais enraizados, experiênciados e conhecidos pela maioria das pessoas. 
Assim, penso que pode ser interessante pegar nesses conceitos e utiliza-los para explicar “O que não é o Coaching”.

Coaching não é Terapia:

Tenho tido diferentes clientes que vêm ter comigo na expectativa de apenas falar, desabafar por estarem numa chamada “fase má”, num período difícil ou conturbado. Penso que essa ideia surge a partir do momento em que sentem que numa sessão de Coaching é criado um espaço “de” e “para” o cliente. Contudo o Coaching é acerca de mergulhar no passado, de “apaparicar” as emoções negativas que muitas vezes entram num modo cíclico.

Coaching é acerca de criar movimento, ação positiva face a algo, um objetivo!, que se pretende alcançar.

Coaching não é Formação:
Este é, também, um dos conceitos que mais confunde as pessoas. Até porque, ainda, vivemos num contexto corporativo (apenas como exemplo) em que muitas empresas desenvolvem trabalhos de formação com as suas pessoas, até mesmo ao nível do desenvolvimento de competências, que são percepcionados e divulgados como sendo Coaching.
Na Formação, o objetivo é ensinar determinados “skills”, aprender novos conceitos. Assim, é comum que muitas pessoas pensem que o acontece dentro de uma sessão de Coaching passe pelo Coach identificar, sugerir, dar conselhos sobre as competências que o cliente deve desenvolver ou que objetivos deverá alcançar.
Coaching é um processo em que o Coach cria um espaço de conhecimento e descoberta ao Cliente (através de uma séria de ferramentas, exercícios, perguntas poderosas, …) de forma a que o próprio cliente explore, descubra, construa a sua melhor estratégia para atingir os objetivos por ele próprio delineados. É, por isso, um processo de parceria: o Coach oferece a estrutura para que, com o conteúdo que o Cliente traz para a sessão, se crie um processo conjunto que dá um novo significado, nova forma ao conteúdo do Cliente.
Coaching não é Mentoria:
Tipicamente um Mentor é alguém com reconhecimento e sucesso numa determinada área e que se disponibiliza para mostrar, partilhar, o caminho percorrido por ele próprio já percorreu e experienciou de forma bem sucedida.
O Coaching é acerca do Cliente, do seu modelo de ver o mundo, das suas crenças e valores, dos seus recursos; o Cliente é o “expert” da sua vida e, como tal, a sua experiência será naturalmente bem sucedida de forma diferente de, neste caso, o Coach. Um dos princípios básicos do Coaching é que os clientes têm todos os recursos para atingir os seus objetivos, poderá querer explora-los, potencia-los ou utiliza-los para criar novos, mas sempre com uma estratégia definida pelo próprio com o apoio do Coach.

Coaching não é Consultoria:

Um Consultor, usualmente, diz o que está certo ou está errado e como se deverá mudar; muitas vezes até faz a mudança pelo cliente. Como a história conhecida de “dar o peixe em vez de ensinar a pescar”.
Em Coaching não se fala de “certo” ou “errado”. Existe a realidade do cliente, mais uma vez, o seu modelo de ver o mundo.
É sim responsabilidade do Coach cuidar e assegurar que os objetivos do Cliente são ecológicos com o seu contexto, têm relevância e significado para o mesmo, se são formulados de uma forma positiva e se são específicos. A forma como o faz é oferecendo feedback, devolvendo a forma ou tom como o cliente explorou determinada frase, colocando questões, … isto possibilita ao cliente (re) observar o seu processo em diferentes perspectivas e se for caso disso, decidir-se por outro caminho redefinindo objetivos e estratégias.

Por fim, e de forma a complementar o que já foi acima referido, o processo de Coaching visa dar cada vez mais Autonomia ao Cliente: tudo o que é trabalhado potencia outras formas de pensar, desenvolve um mindset que se pretende de crescimento e possibilidades em direção ao Futuro.

Esta é, também, a minha forma de trabalhar como Coach e foi, também, um contributo para que possa tornar mais claro a questão “Afinal, o que é mesmo isso do Coaching.”

Gostaria de saber se contribuiu, de ouvir (ler!) o seu feedback e caso tenha mais questões, dúvidas ou sugestões deixo o meu email para que entre em contato comigo: alexandra.inspire@gmail.com

Aleaxndra Vinagre

Porque às vezes partimos para chegar a um lugar inesperado…

Começo agora a subir à tona… após dias em que parecia que nada batia certo e tudo era inesperado… A começar pelo início de viagem atribulado e a continuar com um turbilhão de emoções que acompanharam os meus primeiros dias em Chiang Mai…

A cidade é fantástica, as pessoas idem. Estava tudo certo menos eu. Senti-me mais desligada do que nunca a tudo o que me rodeava.

Entrei na montanha russa do inesperado, do não planeado! De ora dormes no aeroporto, ora dormes na classe executiva da Emirates”, ” ora estas super entusiasmada por estares a fazer o que mais gostas, ora sentes um vazio enorme por estares longe de tudo o que é querido”, “ora estas chateada de morte porque nao tens a tua mala ha 5 dias, ora recebes a tua mala, com sorriso ate ao teto, e percebes que… já não precisas de nada daquilo, por agora!”, e podia continuar até este preciso momento em que um lagartinho bebé se instalou oficialmente no meu apartamento, nomeadamente na minha cama! 🙂

Tudo isto acho que me desenraizou das minhas certezas ou convicções (ou sei lá!), me surpreendeu pela minha reação de me sentir mais desconectada que nunca…

Cheguei a um lugar dentro de mim…inesperado. E a única forma de o conhecer melhor está a ser, deixar de resistir e… sentir.
Deixar de resistir ao que a vida me traz sem planear, deixar de resistir a planos que talvez não tenham de ser cumpridos da forma que eu delinei…
Sentir o que é realmente para mim! Hoje alguém me falou sobre um “caminho da menor resistência”, onde as escolhas fluem numa dança eterna com o que a Vida nos traz. E, para dançar esta dança é preciso estar leve e ágil. Perceber o que trago todos os dias comigo, que não é meu, que não faz falta e … deixar ir, “largar da mão” como diria o meu querido avô!

É a este lugar que estou a chegar…sem voos atrasados ou malas perdidas, um lugar que não vem nos “Booking” desta vida, que estou agora a conhecer e onde me vou querer enraizar de novo…

 

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[English version scroll down]

 

Há dias assim. Em que nos ligamos ao melhor de nós e tudo parece possível, mesmo que não se consiga tocar, ver ou sentir…há algo, uma certeza, que, no fim, tudo será como aquilo que sonhamos e escolhemos alcançar…um dia.

E depois há canções, que podiam ser um hino…o meu:

“(…)Nem o brilho nem a sombra,

Não se agarra quase nada.

Que haja sempre o dom de SER no que nos FAZ,

Que eu sei bem daquilo que sou capaz!”

( Do que sou capaz, Marcia no disco solidário “Passa ao outro e não ao mesmo”)

 


 

There are days like this. Where we connect to the best of us and everything seems possible, even if you can not touch, see or feel something … there is a certainty that in the end everything will be as what we dream and choose once to achieve … one day.

And then there are songs that could beour own voice:

“(…) Neither the brightness nor the shade,

Do not grab almost anything.

There is always the gift of BE in the what we DO,

Then I know well what I can achieve! ”

 

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Como um livro em branco…

Passou 1 ano desde que nasceu um amor eterno, incondicional. Aliás, mais do que isso… nasceu no dia em que, pela primeira vez, ouvi o bater do seu coração!
Fecho os olhos e viajo até esse momento onde, em jeito de fast forward, imaginei toda a sua vida… todos os momentos de felicidade, as conquistas, os desafios, os momentos difìceis, … tudo! Como um livro em branco, onde pode ser escrita qualquer história, onde tudo é possível. Ao mesmo tempo, o sentimento de responsabilidade, de legado, de dar o meu melhor contributo para que a sua história seja escrita na “primeira pessoa”, para que tenha significado e se guie sempre pelo que é realmente importante!

A resposta tornou-se viva, real e sentida, no dia em que estava a procurar o seu presente de aniversário:
um pequeno caderno de folhas brancas, onde se lê na capa “O meu plano infalivel para conquistar o Mundo”, ganhou forma de compromisso, de declararação:
Quero estar ao seu lado para ajudar a construir a sua história, passo a passo, sempre!

E mais do que isso, ser o exemplo. O exemplo de alguém que olha para a vida com um “plano infalivel” em mente: o de fazer a diferença, de viver pelo que acredito, pelo que me faz feliz e por quem me alimenta a alma de amor e alegria.
E acima de tudo com o compromisso de me lembrar que, também a minha vida, tem paginas em branco e que as quero preencher com o espírito de uma criança para a qual o objectivo maior é, simplesmente, ser feliz!

Um dia vamos, juntas, ler as paginas desse caderninho e, nesse dia, quero ter podido ser uma inspiração e referência para ti.

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